Educação alimentar: aprenda e ensine a comer bem

Aprenda e ensine a comer bem

Reeducar significa tornar a educar e educação significa o ato de educar, processo de desenvolvimento da capacidade física, intelectual e moral do ser humano. A educação alimentar compreende algo mais complexo, é um processo, ou seja, além da mudança de hábitos alimentares, existe o aprendizado do que é saudável, mantendo aspectos do indivíduo, é a construção do conhecimento, a vivência.

Para que cada um entenda e adquira bons hábitos alimentares e os transmita é necessário que a pessoa participe realmente do processo. Ela deve querer conhecer os alimentos, suas funções no corpo, sua importância, para entender o porque desses alimentos serem recomendados. Por isso, é importante oferecer alimentos saudáveis às crianças e estimulá-las a consumirem frutas, verduras e legumes.

Confira dez passos para a boa alimentação infantil:

  • Dar somente leite materno até os 6 meses, sem oferecer água, chás ou qualquer outro alimento

 

  • Ao completar 6 meses, introduzir de forma lenta e gradual outros alimentos, mantendo o leite materno até os dois anos de idade ou mais

 

  • Ao completar 6 meses, dar alimentos complementares (cereais, tubérculos, carnes, leguminosas, frutas e legumes) três vezes ao dia, se a criança estiver em aleitamento materno

 

  • A alimentação complementar deve ser oferecida de acordo com os horários de refeição da família, em intervalos regulares e de forma a respeitar o apetite da criança.

 

  • A alimentação complementar deve ser espessa desde o inicio e oferecida de colher; iniciar com a consistência pastosa (papas/purês) e, gradativamente, aumentar a consistência ate chegar a alimentação da família

 

  • Oferecer a criança diferentes alimentos ao dia. Uma alimentação variada e uma alimentação colorida

 

  • Estimular o consumo diário de frutas, verduras e legumes nas refeiçoes

 

  • Evitar açúcar, cafe, enlatados, frituras, refrigerantes, balas, salgadinho e outras guloseimas, nos primeiros anos de vida. Usar sal com moderação

 

  • Cuidar da higiene no preparo e manuseio dos alimentos; garantir o seu armazenamento e conservação adequados

 

  • Estimular a criança doente e convalescente a se alimentar, oferecendo sua alimentação habitual e seus alimentos preferidos, respeitando a sua aceitação